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BOTE FÉ! Jornalismo a Favor da Cidadania!

Vendo o amanhecer, acordado na imensidão das horas,
Vejo ruas vazias e corpo espojado na embriagues dos pensamentos. 
Reaparecem as dimensões abstratas, elas reinam como a aurora do outono,
desfaz a poeira do verão em velocidades,
Faz vivo o calor, o estar vivo, o sentir nos encontros e olhares que vivem a nos rodear,
Tantos sentidos para que o sangue continue a correr nas veias abertas, 
provocam a lucidez do ser, talvez um deus, um louco.
Tantos risos, verdades orquestradas e nada se sabe,canções.
De longe o cheiro e de perto o caminhar, direções em equações ludibriantes,
Inquietações para explicar o que não é óbvio e para não dormir perante os sonolentos, acordar.
Deixa assim, como as nascentes dos rios, firmes e simples,

 se transformam em correntezas e a sua grandeza explica, a existência...
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