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O corpo ainda vive


Amanheceu, vi o sol entre nuvens e o corpo imóvel,


Só restou a velocidade do pensamento e a vontade de escrever para acalentar o peito na manhã que ainda não chegou,
A poesia distante aflorou o desejo de confessar, a vida respira as purezas e impurezas do transtorno que nem sei explicar,
Sei apenas que é raro, perigoso e transcendental...
Nessa hora, o corpo existe como um rio que percorre escorregando entre os caminhos, seduzindo e expurgando o que encara pela frente.
E mesmo que o corpo esteja paralisado e esmagado pela vivência, a imaginação flutua entre as cordilheiras da natureza e notas musicais,
quem nunca se sentiu assim?
Assim seja a vida, leve-me para as correntezas de um rio largo para que esses segundos estáticos se tornem vivos nos próximos instantes. O corpo ainda vive....
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