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Sessão do dia primeiro de março (saúde caótica)




 Sessão iniciada  


Adelfran pediu para que colocasse a iluminação na frente da câmara e ainda ressaltou do assalto que aconteceu na rua da Igreja Batista, na semana passada.

Nasser pediu a tribuna e falou por dez minutos. Em síntese afirmou que deputados, senadores, governador e presidente não se preocupam com a saúde pública porque eles possuem plano de saúde.

Simone Coutinho pediu licença para falar porque tinha que viajar. No discurso disse que o filho pegou Chikungunya e está internado no Hospital Santa Helena, em Jequié. Disse também que o povo acredita no hospital do estado e complementou dizendo que é uma pena perder o credito no hospital.

Orlando disse que tem que usar com a verdade. E disse que a secretária de saúde do município tem que se explicar na tribuna o porquê de acumular duas atividades, uma como professora da UESB e a outra como secretária de Saúde. E ainda disse que vai ter que devolver dinheiro.

José Carlos parabenizou a Nasser por não prorrogar a sessão anterior a pedido de Adelfran. E ainda criticou o Blogueiro Afonso por publicar coisas sem embasamento e completou que quem foi o menos votado foi Orlando e não ele.

Nasser disse que a justiça está aí para julgar e quem deve vai ter que pagar pelos seus atos.

Margareth afirmou que segunda-feira terá audiência pública para abordar o fechamento da Mirabela.

Adelfran disse que o Hospital do estado está superlotado porque atende pessoas de Ipiaú e região.

Lely disse que vereador é criticado pela população. E ainda complementou que ainda não nada foi feito pelo bairro Constância e Aloisio Conrado.

Picolé reivindicou a estrada do hotel fazenda e anunciou que a obra do matadouro já iniciou.

Odair disse que as obras realizadas no país infelizmente foram para beneficiar políticos.

Jean Kleber para encerrar a sessão anunciou que a saúde do nosso país está caótica.

Uma análise

É necessário explanar o quanto o povo sofre à mercê do poder público, quais, visualizam o erro e nada propõe para concertar.

É necessário agir criticamente para perceber as vias por onde caminhar e conseguir melhorias. Enquanto isso não acontece, o povo, os mais necessitados vão se servindo de migalhas e sobras do assistencialismo que manipula nações.

Qual culpa tem o povo que sempre foi explorado e lhe foi tirado o pleno direito de estudar dignamente e de ter acesso a saúde?

Que culpa tem o povo que sofre com a ausência de atenção pelo poder público? Vão vivendo com fé e sobrevivendo como podem. Seguiremos adiante.

Vicente Andrade
        


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