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Solte a sua voz: José Américo Castro soltou o verbo



                                                                             José Américo Castro                                                         Foto (Vicente Andrade)


Durante a tarde desta terça-feira (21), encontrei o jornalista José Américo Castro em frente a Câmara de vereadores. Ele estava com uma maquina fotográfica na mão e, certamente, estava em busca de mais uma noticia ou informação.

Sentamos um pouco para conversar e dai surgiu a entrevista.
José Américo Castro falou um pouco da história do jornalismo ipiauense.

“Não fui o primeiro e nem serei o último. Antes de 1930 existiam jornais e jornalistas em Ipiaú, teve o Valdemar Lefundes, Joao Rocha Sales  (Joanito) e tantos outros” afirmou José.

José Américo se formou em jornalismo na década de 80, trabalhou em vários jornais da Bahia. Durante a entrevista ele falou o que significa o jornalismo e a sua função.

“ Jornalismo é o registro do cotidiano é a história imediata. Também tem o jornalismo histórico que ele pode mergulhar na história e trazer informações passadas para o presente” explicou José complementando que faz jornalismo por amor e foi a profissão que ele escolheu.

Ipiaú precisa de melhorias

“Aquela coisa, continua linda, mas continua carente. Ipiaú está precisando de muita coisa, experimentou alguns avanços. Mas está cheia de carros, aquela euforia da Mirabela e não sabe o que quer de verdade. Quer ter paz, mas ainda está tumultuada”.
Essas foram às palavras do jornalista quando perguntei a ele o que estava achando de Ipiaú.

Coletivo Cultural

José Américo Castro, um dos responsáveis pelo grupo Coletivo Cultural de Ipiaú, expressou a opinião a respeito da cultura ipiauense e soltou o verbo.

“ Ipiaú está precisando de um movimento cultural intenso e não apenas o São Pedro ou festas de tapetes vermelhos de gabinetes, flores e jarros, precisamos fazer uma guerrilha cultural” frisou José
Também José enfatizou que o coletivo cultural não está de Brincadeira.

“Recentemente falei em meu programa para a prefeita que o coletivo cultural não está para brincadeira. Se tiver subsidio da prefeitura, beleza, se não tiver iremos fazer com a nossa força de vontade. Não queremos entrar em confronto com ninguém, mas se for necessário para despertar a cultura vamos tocar lata, tambor e baixar todos os Santos” concluiu, Américo.

Entrevista completa você escuta no programa Bote Fé, desta quinta-feira (23), às 21h, pela sintonia da 105,9, Rádio Livre Comunitária de Ipiaú.


Vicente Andrade                

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