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Inté a Guerra!



Irei começar indo até a guerra para poder traçar alguns comentários sobre o filme “Entre Rios entte nós” do Ayam uBráis Barco. Antes de qualquer coisa, aconselho a não querer entender este sujeito cheio de metáforas e filosofia. Nem sei se ele mesmo se entende (Risos), vai saber.

Pois então, no meio de tantas convulsões, correria do dia a dia e luta, confesso que, demorei de assistir ao filme. Mesmo tendo recebido o link há alguns dias, não o coloquei na lista  de prioridade. Mas calma, não tenha impressões errôneas, caro leitor. Estava atolado de coisas, tarefas a fazer para manter a minha sobrevivência sem perder a independência. Essa é a minha prioridade.

 Até aí tudo bem, mas foi numa tarde de sexta-feira, sol quente, encontrei o Brais numa bicicleta e ele me parou e foi logo perguntando: E aí paicas, como ele costuma me chamar, assistiu ao filme?

Ainda, não! Respondi.

Esse foi o tino para que eu pudesse me atentar ao pedido. Mas para ser mais honesto, eu tinha deixado um pouco a vida jornalística e já havia um bom período distante da escrita. Mas diante da necessidade e suplicas, não teve jeito, tive que escrever. E aqui estou, entre rios entre nós.

Parei um pouco de pensar e fui ver o que estava exposto. Não era para menos, o filme tem a ver com o artista, escritor, compositor e a lida cotidiana do Brais. O inconformado com as injustiças, o artista que denuncia as mazelas sociais por meio de telas, canções e escritas.

Entre Rios é uma narrativa, a construção de um cara inquieto que tem muitas coisas e referências  para contar.   E assim, fui me envolvendo com o filme, com as palavras, regionalidade, simplicidade e coerência. Devo admitir que não sou um crítico cinematográfico, longe de mim, o que eu observo é o sentimento na arte, na obra, seja de quem for.

E a arte do Brais é autêntica, o clamor da revolução, o pedido para que os oprimidos se rebelem contra os opressores e assim mostrar o espirito de estar vivo e forte, como o rio que se mistura com o mar. Não há tempo para temer. Inté a guerra. 

É inspirador a leveza de como foi feito, a harmonia, os envolvidos (Um filme de Ronald Jesus, Baseado na viáji de Ayam Ubráis Barco Com Ismera Rock e Rafique Nasser) do início ao fim.

Entre idas e vindas foi-se construindo os paralelos, os encontros e a obra. Só você assistindo para perceber que é Di Fuder!

Assista aqui! https://youtu.be/9GbLvgby_6U

Bote Fé!

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